Consciência
conhecimento não é aquilo que aprendemos ... mas sim no que nos tornamos

POPULATION AND METROPOLIZATION

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Gaia e SDi

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O carpinteiro Qing



A compreensão da vida - Zhuangzi ( uma história linda ...fantástica)

Havia um carpinteiro cujo nome era Zi Quing que estava a talhar um encaixe para sinos. uma vez concluída a obra, as pessoas ficaram maravilhadas, dizendo que parecia sobrenatural. o governante de Lu, que também a contemplou inquiriu:

- Que técnica empregou para fazer este trabalho?

- Eu sou um simples carpinteiro, que técnica especial posso ter?! Contudo, há lago que faço antes de deitar maõs à obra: assim não me atrevo a desperdiçar energia vital e também jejuo para apaziaguar a mente. Ao fim de três dias de abstinência, deixo de pensar e recompensas ou ganhos, ao cabo de cinco, não me atrevo a pensar em censuras ou elogios desfasados, ao fim de sete, deixo de pensar nos meus menbros e na minha forma física. Nesta altura, já esqueci a corte, estou completamente concentrado na minha técnica e afastei todas as confusões ligadas ao mundo exterior. Depois vou à floresta, observo as características naturais das árvores, procuro aquela adequada a um encaixe de sinos e só deito mãos ao trabalho quando esta me aparecer, se ela não surgir não trabalho. deste modo,a minha própria natureza se harmoniza com a anatureza da árvore. talvez seja por esta razão que o encaixe é considerado um obra sobrenatural.

SM, palavra fractal

Só os tolos têm medo de ser tolos

OUSE SER DIFERENTE

"por um lado, há muitas pessoas que se deixam obcecar pela possibilidade de terem êxito; por outro,essas mesmas pessoas têm receio do fracasso e tentam evitá-lo.A vontade de sucesso e o desejo de evitar o fracasso são contraditórios. O fracasso é um passo necessário para atingir êxito. Muitas vezes temos de passar por vários fracassos antes de atingirmos o sucesso. o caminho para o sucesso pode ser definido assim:

Fracasso Fracasso Fracasso Fracasso Fracasso Sucesso

No entanto, muitas pessoas tentam evitar o fracasso a todo o custo. o receio do fracasso encontra-se associado a outros: o receio de ser considerado tolo, de ser criticado, de perder o respeito do grupo a que pertence, de perder a segurança financeira... Mas evitar o fracasso significa também evitar o êxito.

Muitos de nós evitamos os riscos porque pensamos ficar mal vistos se fracassarmos. Ficamos de tal modo obcecados com a opinião que os outros podem ter de nós que nos recusamos a fazer as coisas que pensamos criarem uma má imagem de nós próprios - e a pouco e pouco passamos a evitar riscos como norma.

Isto pode ser extremamente prejudicial para a nossa criatividade e força anímica: devemos aprender a sermos tolos se quisermos ser criativos e viver a vida de forma tão completa quanto possível.

A tabela de Tolos acima indicada sublinha o facto de o receio de ser tolo ser ainda pior do que sê-lo. Os génios e os indivíduos com êxito, no trabalho ou no lazer, sabem contrariar o receio de parecer tolo. Compreendem que para terem êxito nas suas expectativas têm necessariamente de passar por fracassos e ser tomados por tolos.

Ser «tolo» faz parte de saber viver. Ser «tolo» coloca-lo-á num plano de desenvolvimento individual superior ao de quem tem receio de o ser. o êxito na vida exige que, por vezes, pareçamos ser tolos."

SM, palavra fractal



Adiamento da gratificação na alimentação


Porque se tornou tão fundamental uma alimentação saudável...

Pensando sobre o adiamento da gratificação ... sinto por vezes que podemos nascer já com ele ... que podemos desenvolvê-lo durante a vida ou então ... que as coisas não se colocam dessa maneira para a pessoa, entre outras hipóteses.
Ao observarmos de forma atenta os filhos, os amigos e mesmo colegas rapidamente poderemos aperceber quanto aos seus valores e práticas de vida...

Imaginemos que temos há nossa frente um BOLO fantástico com um recheio do melhor chantilly. Se preferirmos a massa do bolo em vez do chantilly porque a apreciamos mais, qual iremos comer primeiro ? O que mais apreciamos (massa do bolo) em primeiro lugar e só mais tarde o que menos gostamos... ou comemos antes o que menos apreciamos para mais tarde nos deliciamos com o que mais gostamos?

E quanto a si qual é a sua opção '
Já alguma vez premiou antecipadamente as crianças antes mesmo de fazerem qualquer coisa, ou pelo contrário observa o trabalho delas e a consistência do esforço sem exageros para depois então premiar ?
Ou seja de outra forma, nós adultos quais "crianças grandes", damos presentes a nós próprios antes dos esforços ou só o fazemos após experimentar o esforço e conclusão da tarefa para então saborearmos o descanso ?
A disciplina é realmente uma coisa difícil, que nos constrange constantemente porque nos obriga ao esforço e nós tendemos a fugir ao difícil, enquanto a vida, essa nos surpreende constantemente e nos obriga a aceitar ou rejeitar as dificuldades que nos aparecem. No trabalho somos obrigados a disciplinarmos-nos,... mas será que isso implica um comportamento por obrigação numa sobrevivência pacífica e posição assegurada ou passamos de forma inteligente a assimilar este princípio de boas práticas usando-a na vida normal... fora já da influência da matriz do pensamento que nos defende tão bem do sentimento de culpa ou "desculpa"....


Sabemos que vidas difíceis, mais simples e humildes nos antecederam noutras épocas, que obrigaram a coisas que não conhecemos, nem temos por vezes interesse em imaginá-las... . Agora, preocuparmos-nos em como chegámos aqui ... quando a vida em três gerações se desintegra nas memórias, experiências e vivências (geração de avós, de pais e filhos) e que para trás existe uma imensa barreira intransponível que nos assegura uma consciência livre quanto á percepção dos que nos antecederam em outros esforços da vida.

Os FRACTAIS na nossa alimentação ...!!!



Pois bem, a alimentação como base imprescindível de SAÚDE humana e na vida têm quanto a mim um modo próprio de aprendizagem, nem sempre facilmente apreensível, mas que por convicção própria faz com que muitas das patologias e problemas psicossomáticos possam ser em grande parte resolvidas na consistência dos hábitos.

O adiamento da gratificação poderá vir-se a integrar numa disciplina pessoal da vontade sem uma rigidez exagerada. Aí talvez a persistência tenha então deixado de ser teimosia para se tornar o nosso " modus operandis" .

  • As células cancerígenas detestam as Couves
  • O Alho e a Cebola ou como afugentar o cancro
  • A Soja domada
  • Á descoberta de uma especiaria anticanceígena: a Curcuma
  • O chá verde, para acalmar a alma
  • A paixão pelos frutos silvestres
  • Os Omega3 : até que enfim boas gorduras !
  • O Tomate, o melhor amigo da próstata
  • Os citrinos, uma pitada de moléculas anticancerígenas
  • In VINO VERITAS
  • O Chocolate: uma obsessão benéfica

Uma excelente obra para a prevenção e o tratamento do cancro pela alimentação " Alimentos contra o Cancro"

De RICHARD BÉLIVEU e DENIS GINGARS

Laboratório de Medicina Molecular - Hospital Sainte-Justine e Universidade do Quebéc de Montreal


SM , palavra fractal

The Economy of Ideas March 1994

Selling Wine Without Bottles on Global Net

É neste fenónemo de grande velocidade da sociedade digital que se está a tornar cada vez mais virtual... que poderei tentar pensar e avaliar as ideias abaixo evidenciadas, tão longe no tempo entre elas e também em parte da actualidade, como se nisto tudo tentasse ser uma espécie de "fazedor" de algum entendimento histórico no assunto ....
Tão somente por exemplo entender a integração rápida da tecnologia na história do homem e por outro lado a integração psicosociológica das grandes mudanças que são efectuadas a um ritmo de actualização e integração bastante mais lento ...
Quem estará a medir o estado da evolução humana ...quais os grandes mestres visionários do futuro humano, que conciências e que mentes neste mundo estão a actuar incrementando a humanidade... e quantos noutros tempos já pesaram e sentiram a grandeza da dimensão ... quais as frentes, quais os contornos na vanguarda humana que estão para além e que começam a aparecer neste momento no nosso meio ambiente cada vez em maior percentagem ... !!!
Como chegar a este silêncio da percepção total se não conseguir viver na simplicidade e no entendimento da visão entre tantas outras visões ... e se não pensar na sempre difícil aprendizagem na diversidade ... como uma limitação da minha condição humana ...
Como comunicar então para além .... num universo que já nos coloca dentro dos contactos, sem no entanto nos indicar um caminho coerente ...

E finalmente, estarão essas mentes sublimes e brilhantes compartimentadas em sites, páginas ou em meetigs internacionais pay-per-view, ou caminharão suavemente ao nosso lado compreendendo toda a imensa impreparação ...(haverá fim para estas questões ?)

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If nature has made any one thing less susceptible than all others of exclusive property, it is the action of the thinking power called an idea, which an individual may exclusively possess as long as he keeps it to himself; but the moment it is divulged, it forces itself into the possession of everyone, and the receiver cannot dispossess himself of it. Its peculiar character, too, is that no one possesses the less, because every other possesses the whole of it. He who receives an idea from me, receives instruction himself without lessening mine; as he who lights his taper at mine, receives light without darkening me. That ideas should freely spread from one to another over the globe, for the moral and mutual instruction of man, and improvement of his condition, seems to have been peculiarly and benevolently designed by nature, when she made them, like fire, expansible over all space, without lessening their density at any point, and like the air in which we breathe, move, and have our physical being, incapable of confinement or exclusive appropriation. Inventions then cannot, in nature, be a subject of property.


Thomas Jefferson
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An Economy of Verbs

The future forms and protections of intellectual property are densely obscured from the entrance to the Virtual Age. Nevertheless, I can make (or reiterate) a few flat statements that I earnestly believe won't look too silly in fifty years.


• In the absence of the old containers, almost everything we think we know about intellectual property is wrong. We are going to have to unlearn it. We are going to have to look at information as though we'd never seen the stuff before.
• The protections that we will develop will rely far more on ethics and technology than on law.
• Encryption will be the technical basis for most intellectual property protection. (And should, for this and other reasons, be made more widely available.)
• The economy of the future will be based on relationship rather than possession. It will be continuous rather than sequential.


And finally, in the years to come, most human exchange will be virtual rather than physical, consisting not of stuff but the stuff of which dreams are made. Our future business will be conducted in a world made more of verbs than nouns.

"John Perry Barlow"

SM, palavra fractal