Consciência
conhecimento não é aquilo que aprendemos ... mas sim no que nos tornamos

POPULATION AND METROPOLIZATION

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emergentecomplexo

Gaia e SDi

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marcar uma pessoa ...És meu ..És minha






tu és meu

tu és minha

Se alguma vez testarem a força ouvida da frase, irados pela não pertença, pela suposta liberdade perdida, pelo conceito "ninguém é de ninguém" e a frase não deixar de ecoar dentro de nós.
Mas como marcar as pessoas no encanto e na sedução desta forma ?
Ouvi-o de frase irada, não sou de ninguém ... mais tarde com os olhos dispersos ... absorvidos na mais pura abstracção, ainda dizia, não se faz a ninguém.
Olhei e compreendi a dimensão da marca, a impreparação para este estado...!

tu és minha, vou contigo até onde fores

tu és meu, vou contigo, não te largo

O problema é que na vida só experimentamos o que nos acontece ... podemos é sonhar com uma marca, com o sermos marcados, com este lado inebriante, febril e desejado e ao mesmo tempo detestado ... mesmo assim nesta contradição, por mais que nos aproximemos, só com a experiência da marca, uma psicologia pessoal se revolve completamente.
Já assisti a revoluções internas com esta "brincadeira" feminina da marcação.

E também acho especiais os "anime". Neste caso combinam perfeitamente com o assunto de cima ... são chineses







SM, palavra fractal

Só os tolos têm medo de ser tolos

OUSE SER DIFERENTE

"por um lado, há muitas pessoas que se deixam obcecar pela possibilidade de terem êxito; por outro,essas mesmas pessoas têm receio do fracasso e tentam evitá-lo.A vontade de sucesso e o desejo de evitar o fracasso são contraditórios. O fracasso é um passo necessário para atingir êxito. Muitas vezes temos de passar por vários fracassos antes de atingirmos o sucesso. o caminho para o sucesso pode ser definido assim:

Fracasso Fracasso Fracasso Fracasso Fracasso Sucesso

No entanto, muitas pessoas tentam evitar o fracasso a todo o custo. o receio do fracasso encontra-se associado a outros: o receio de ser considerado tolo, de ser criticado, de perder o respeito do grupo a que pertence, de perder a segurança financeira... Mas evitar o fracasso significa também evitar o êxito.

Muitos de nós evitamos os riscos porque pensamos ficar mal vistos se fracassarmos. Ficamos de tal modo obcecados com a opinião que os outros podem ter de nós que nos recusamos a fazer as coisas que pensamos criarem uma má imagem de nós próprios - e a pouco e pouco passamos a evitar riscos como norma.

Isto pode ser extremamente prejudicial para a nossa criatividade e força anímica: devemos aprender a sermos tolos se quisermos ser criativos e viver a vida de forma tão completa quanto possível.

A tabela de Tolos acima indicada sublinha o facto de o receio de ser tolo ser ainda pior do que sê-lo. Os génios e os indivíduos com êxito, no trabalho ou no lazer, sabem contrariar o receio de parecer tolo. Compreendem que para terem êxito nas suas expectativas têm necessariamente de passar por fracassos e ser tomados por tolos.

Ser «tolo» faz parte de saber viver. Ser «tolo» coloca-lo-á num plano de desenvolvimento individual superior ao de quem tem receio de o ser. o êxito na vida exige que, por vezes, pareçamos ser tolos."

SM, palavra fractal



O PRÍNCIPE, DE MAQUIAVEL



uma teoria política ....

De que modo os príncipes devem cumprir a sua palavra

"Todos sabem quão louvável é um príncipe ser fiel à sua palavra e proceder com integridade e não com astúcia; contudo, a experiência mostra que só nos nossos tempos fizeram grandes coisas aqueles príncipes que tiveram em pouca conta as promessas feitas e que, com astúcia, souberam transtornar as cabeças dos homens; e por fim superaram os que se fundaram na sua lealdade.

Deve saber-se que há dois modos de vencer um com as leis, outro com a força: o primeiro é próprio dos homens, o segundo dos animais; mas porque muitas vezes o primeiro não basta, convém recorrer ao segundo. Portanto é necessário a um príncipe que seja ao mesmo tempo homem e animal. Os antigos escritores ensinaram encobertamente isto mesmo aos príncipes, escrevendo que Aquiles e muitos outros príncipes antigos foram dados a educar a Quíron centauro para que os guardasse sob a sua disciplina. E ter por preceptor um ser, meio animal, meio homem, outra coisa não significa senão que um príncipe deve saber usar duma e doutra natureza e que uma sem a outra não é durável.

Achando-se, portanto, um príncipe na necessidade de saber proceder como animal, deve escolher a raposa e o leão, porque o leão não sabe defender-se dos laços, nem a raposa dos lobos. E preciso, portanto, ser raposa para conhecer os laços e leão para espantar os lobos. Os que tomam simplesmente a parte de leão não entendem palavra. Não pode, nem deve, portanto, um homem prudente guardar a palavra dada, quando o seu cumprimento se volte contra ele e quando já não existem as causas que o fizeram prometer. Não seria bom este preceito se todos os homens fossem bons; mas como são maus e em igual caso eles não cumpririam contigo, tu também não deves cumprir com eles. Nem nunca faltaram a um príncipe razões para colorir a sua falta à palavra. Disto se poderiam dar infinitos exemplos modernos e mostrar quantas pazes, quantas promessas ficaram írritas e nulas pela falta de palavra dos príncipes; aquele que melhor soube proceder como a raposa, melhor se houve. Mas é necessário saber bem colorir esta natureza e ser grande simulador e dissimulador: os homens são tão simples e obedecem tanto às necessidades presentes que quem engana achará sempre quem se deixe enganar."



SM, palavra fratal